domingo, 23 de março de 2014

M. Shadows: "Não precisamos de provar nada"

M. Shadows esteve no passado dia 21 à conversa com o site Musica.Terra.com.br.
Vejam abaixo o que ele tem para dizer:
Terra – Como é a relação do Avenged Sevenfold com o Brasil?
M. Shadows – Brasil foi o primeiro lugar da América do Sul que tocamos e isso nos abriu todo o continente. Devemos muito principalmente a São Paulo. O Rock in Rio fio uma experiência surpreendente. Temos a esperança de ser headliner no futuro. Isso dá um legado grande para as bandas de rock. Nós nos divertimos demais tocando com o Iron Maiden e isso é uma honra para nós.
Terra – Qual é a diferença desta turnê para a primeira?
M. Shadows – Na primeira vez que viemos nossos olhos foram abertos. Nunca tínhamos visto tamanha dedicação de fãs e ficamos impressionados com a paixão deles.
Terra – Sobre o novo CD, qual é a importância de se chegar no sexto álbum?
M. Shadows – Esse álbum é uma progressão bem lógica de uma banda que está progredindo. Nós não gostamos de nos repetir. Desta vez, tivemos uma abordagem mais próxima do rock clássico e blues. Tem mais espaço e mais groove. Foi divertido experimentar. Queremos fazer discos diferentes uns dos outros. Todo álbum é uma ruptura nas nossas mentes. Fomos a todas as gravações tentando superar o álbum anterior. Conversamos sobre visão e nossos objetivos antes mesmo de começar a compor.
Terra – Quando estão gravando vocês se preocupam como estas músicas sairão ao vivo?
M. Shadows – Todas as músicas de Hail to the King foram feitas em sessões ao vivo. Riffs enormes e muito espaço. Em um disco como City of Evil, não tínhamos a menor pista de como iríamos fazer tudo aquilo ao vivo. Todo álbum é diferente.
Terra - O Avenged Sevenfold recebe algumas críticas de fãs do metal mais “puristas”. É difícil ser da “nova geração”? Vocês sentem que precisam provar que merecem o sucesso?
M. Shadows – Temos muitos fãs, os melhores de todo o mundo para qualquer tipo de música. Não precisamos provar nada. Se você olhar a história do rock, verá que as melhores bandas também ouviam merda da geração de fãs anterior. Havia a controvérsia entre Rolling Stones e Beatles, Aerosmith era considerado cópias do Rolling Stones, etc. Eu assisti ao Pantera abrir para o Black Sabbath e vi uns caras mais velhos no fundo reclamando que o Phil Anselmo gritando não era metal de verdade. Toda geração nova recebe isso. Nós ignoramos isso e continuamos fazendo nosso lance. Tentar impressionar pessoas que te odeiam é simplesmente uma grande perda de tempo.

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