segunda-feira, 26 de maio de 2014

Mike Portnoy feliz pelos Avenged Sevenfold

Mike Portnoy esteve à conversa com Steve-O da rádio 94.5 The Buzz’s The Live Addiction e falou sobre a sua experiência com os Avenged Sevenfold, quando ajudou a banda a recuperar-se da morte de The Rev.
Vejam abaixo o que ele disse:

SO: [Os Avenged Sevenfold] são uma das minhas bandas favoritas. Foram uma das bandas que me fizeram começar a ouvir música mais pesada. Tocaste no álbum 'Nightmare' após a morte do Jimmy "The Rev" Sullivan. Como foi para ti toda essa experiência?
MP: “Foi uma experiência muito boa. Basicamente houveram duas experiências. Houve a do álbum e a da tour. A do álbum foi muito pesada e emocional porque nós começamos a gravar o álbum, não sei, talvez seis semanas após o enterro do The Rev então tudo estava ainda muito fresco para os rapazes, todos estavam muito emocionados. Então, gravar o álbum foi uma experiência muito emocional e eu senti-me muito honrado em fazer parte dessa experiência com eles. É por isso que eu e o Zacky fizemos estas tatuagens. Para mim, foi uma experiência espetacular, poder unir-me a eles durante esse período e depois dessa experiência, eu queria estar lá para os ajudar e foi assim que aconteceu, chamaram-me para a primeira metade da tour. Eu fiz, acho eu, os primeiros cinco ou seis meses da tour 'Nightmare', basicamente até ao final de 2010 e nesse ponto apenas os ajudei a voltar a erguer-se. Eu não acho que lá fosse estar muito tempo. Ainda estava nos Dream Theater nessa altura e nunca deixei os Dream Theater, sempre esteve definido que apenas os ia ajudar e foi uma ótima tour. Eu diverti-me com aqueles rapazes e estou feliz em ver que eles se ergueram e atingiram um novo nível e continuam a fazer o que faziam. É uma experiência que ao olhar para trás, me traz muito boas recordações.

SO: Podes partilhas uma das melhores memórias que tens de estar na estrada com esses rapazes?
MP: Consigo pensar num milhão delas. O primeiro concerto em Montreal, isso foi complicado porque foi a primeira vez deles em palco sem o The Rev. Pessoalmente, tenho que agradecer aos fãs deles por serem tão abertos e por me terem acolhido porque como disseste, eu estava numa banda já bem estabelecia e que já tinha uma base de fãs muito forte e entrar nessa situação podia ser para mim muito desconfortável. Mas os fãs deles, que ainda estavam de luto pela morte do Jimmy foram muito acolhedores e senti-o imediatamente nesse primeiro concerto em Montreal. Eu acho que isso também ajudou os outros rapazes a seguir em frente. Os fãs foram sempre ótimos para mim e sempre me agradeceram por ajudar os rapazes, então esse primeiro concerto vem-me à cabeça. Também, um dos últimos concertos que eu dei com eles. Fizemos uma tour da USO no Iraque. É também um dos pontos altos do meu tempo com eles, ter ido para o Iraque com eles e ter essa fantástica experiência.

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