quinta-feira, 3 de julho de 2014

Synyster Gates - Guia de sobrevivência para uma tour de verão

Synyster Gates deu uma entrevista à Guitar World onde dá dicas às bandas menos experientes que vão dar uma tour de verão ou que simplesmente estão a começar a tocar ao vivo.
A tradução segue abaixo:





Guitar World: O concerto em que mais suaste?
Synyster Gates: Definitivamente na Warped Tour 2004 quando tocamos em Arizona. Eu acho que a temperatura chegou aos 52 graus, lembro-me de sentir que ia desmaiar. Péssimo. Bebemos um monte de margaritas para nos manter extremamente sedados.

GW: Considerações a ter quando se toca ao ar livre e num pavilhão.
SG: Mesmo nada. Nós apenas chegamos lá e divertimo-nos imenso. Quero dizer, a única situação em que te vais preocupar com alguma coisa é quando há elementos extremos, como chuva ou imenso vento.

GW: Equipamento primário no qual vais tocar este verão?
SG: O meu equipamento é bastante fácil. Geralmente uso o meu amplificador Hellwin e toco na minha guitarra [Schecter Synyster Custom]. Não sou muito de usar efeitos - mantenho tudo simples.

GW: Um item que vais levar sempre contigo este verão?
SG: Um equipamento da ProTools amarrado às minhas costas. Mantém-me são escrever um monte de coisas diferentes como material clássico ou qualquer tipo de coisa na guitarra. Não gosto de ficar preso numa cela no sentido creativo. Preciso de uma saida.

GW: Ponto alto do set list da tua banda?
SG: Estou muito entusiasmado com a reação que 'This Means War' [do álbum de 2013 «Hail To The King«] está a ter durante estes dias. É uma canção muito divertida para se tocar, e eu gosto dos grooves e dos riffs.

GW: Dicas para se sair vencedor perante uma plateia complicada?
SG: Apenas tens que ser confiante. Não lhes dês motivos para continuarem a sua desaprovação. Chega lá, toca as tuas músicas e age como se fosse uma base dos teus fãs. E não grites nem berres para eles.

GW: Conselho para uma banda que começou a tocar ao vivo?
SG: Sobe ao palco e desfruta, porque isto é algo muito especial que fazemos. Interagimos com o público e tornamos aquilo numa festa. Eu não me preocuparia com a performance ou sobre ter uma estrutura de concerto muito dura e rígida. Mantém-no livre, dessa forma acabas por eventualmente te encontrar.

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